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quinta-feira, 10 de março de 2011

COM A PALAVRA CARLOS RÊGO - MUDAR PARA RECONSTRUIR





Discurso do Candidato a Prefeito de Itapetim - Ano 2000
Comício no Centro da Cidade

Meus amigos de Itapetim, meus companheiros de palanque; juventude; homem do campo; comunidades rurais responsáveis pela minha candidatura; políticos responsáveis pela consolidação da minha vitória:

O momento que se inicia é o momento da mudança. Nós começamos neste momento a mudar Itapetim.
Nós começamos com vocês, com o povo. Nós começamos com a vontade da juventude, com a vontade do homem do campo, com a vontade dos políticos. Porque mudança em Itapetim nasce da vontade do povo.
Eu jamais seria candidato a prefeito da minha terra por imposição de qualquer um que quisesse me conduzir ao cargo. 
Eu só topei ser candidato quando senti que o povo queria mudar, quando senti que o povo tinha notado que com essa administração, com esse poder que está aí, agora, em Itapetim, esse município não aguentaria mais quatro anos com esse tipo de administração.
Eu digo a vocês com toda a minha alma, eu digo a vocês com o meu coração; com o coração itapetinense de um menino que aqui nasceu; que viveu a sua adolescência; que viveu a sua juventude; que pisou esse chão; que pisou essa praça; e que assistiu as missas do Padre João Leite de Andrade. Eu digo a vocês com o meu coração: Eu vim aqui para ajudar a reconstruir essa cidade que está acabada.
Acabaram as praças, acabou-se a saúde. Acabou-se a condição do povo viver com uma  qualidade de vida, que pudesse , pelo menos, ter dignidade, que não fosse preciso mendigar, com uma receita na mão, um remédio que, às vezes, custa apenas R$ 4,00. 
Isso é uma falta de respeito para com o povo. Eu quero dizer a vocês que o meu compromisso é com o povo, e é com ele que eu vou governar.

Eu comecei aqui, há um ano e meio, ouvindo as comunidades rurais. Eu queria primeiro sentir se o povo me aceitava. E esse sentimento eu tive a partir do momento em que recebi o resultado de uma pesquisa que encomendei. Nela eu vi que o povo estava cansado. Cansado das propostas que não se realizavam. Cansado de 12 anos em que vivem sem participação.
No comício de São Vicente eu tomei conhecimento que eles estão dizendo que eu proponho dar marreta para o povo quebrar pedras.
Marreta são eles que estão dando a vocês. Porque eles sequer tiveram a dignidade de passar do Campo do Ambó para saber o que é o desenvolvimento. O que eu disse em Cacimba Salgada é que, em lá sendo uma área de pedras, a gente poderia desenvolver um projeto para elas. Eles desconhecem o que se passa no mundo.
Hoje o Brasil exporta pedras para a Itália, França, Holanda etc, esse é o conhecimento que eu tenho, porque administrava o Porto do Recife e por lá passam, para exportação,  as nossas  riquezas.
Minha cidade é ITA e ITA significa pedra. E eles não sabem explorar essa riqueza natural.
Eu não sou do atraso, minha gente. Eu não vou dar marreta para ninguém quebrar pedra. Eles é que dão marreta até para criança de dez anos, ferindo suas mãos ao partirem pedras neste município.

O que eu vou fazer é o desenvolvimento que eles não conhecem. Eles não sabem que a tecnologia para se cortar pedras está no mundo inteiro, não está aqui, porque para cá ninguém trouxe. Eles não trazem tecnologia porque querem que vocês continuem partindo pedras à marretas, e que vocês permaneçam miseráveis, pedindo esmolas na porta da prefeitura. E isso eu não faço! Isso não faço porque fere a minha dignidade. Sim, nós vamos quebrar pedras. Mas vamos quebrar pedras com tecnologia, vamos exportar como riqueza natural, a exemplo da cal que tem no Gunça, da cerâmica nos Prazeres, da castanha e do caju que temos no Ambó, do ouro na Piedade, do artesanato na Gameleira. Essa é a proposta.
Essa é a proposta para o desenvolvimento do município, para gerar emprego e renda, para que o povo não seja mais miserável, para que não se faça mais com o povo o que vem sendo feito durante 12 anos.

Dizem que eu sou forasteiro. Dizer que eu sou de fora, é não ter a verdade na alma. É falarem uma mentira.
Todos sabem que eu nasci e me criei nesta cidade. Mas, como tantos outros, eu tive que sair para fazer minha vida lá fora, porque aqui não se tem essa condição.
Mas hoje, com a experiência que adquiri, com a experiência de administrador público conhecido em todo Brasil, eu volto à minha terra trazendo essa experiência para aplicar junto com vocês.
Vocês jamais serão miseráveis, jamais serão pobres. Foi isso que eles fizeram de vocês. Eu não quero ver vocês miseráveis. Eu não quero ver pobreza na minha frente.
Eu quero ... Não sou o salvador da pátria, eu não estou aqui para salvar, até porque sei das dificuldades de se administrar este município. Mas junto com o povo, junto com essas comunidades organizadas, junto com essa juventude que está se formando agora com essa nova consciência, nós vamos conseguir.
Eu não quero que aconteça com vocês o que aconteceu comigo, que tive que sair da minha terra.
Eu quero fazer  de vocês o futuro da minha terra. Eu quero que vocês sejam o que eu fui lá fora, mas vivendo aqui. Eu quero dar condições para que vocês estudem, para que não terminem apenas o segundo grau porque os pais não têm condições de fazê-los prosseguir. Eu conheço as dificuldades deles.

Mas eu vou estar junto a Leca, nosso vice prefeito, junto aos meus vereadores, junto as nossas lideranças políticas, trabalhando para o nosso povo, fazendo com que essa terra se desenvolva, para que não se coloque mais uma porteira no Ambó e, de lá, nada mais passe em benefício do nosso município. E foi isso que fizeram.
Brejinho, São José do Egito, Tuparetama, Santa Terezinha, Solidão, Ingazeira, estão crescendo. Só a nossa terra parou. Parou, porque esqueceram que o mundo globalizou, esqueceram que hoje estamos vivendo o processo da globalização. A informação que está hoje na Inglaterra, no Egito, em Hong kong, no Japão, deveria estar aqui. 
Mas nós vamos implantar os Sistemas de Comunicação, de Computação e de Informatização na nossa terra.
Nós queremos ter o jovem informado, participando da administração da prefeitura, porque se não formarmos novas lideranças não teremos como repor as velhas que vão acabando.
Eu quero que os jovens cresçam, se envolvam, sejam atuantes no município. Eu quero convocar todos vocês para junto conosco, junto com os vereadores, junto com as lideranças políticas, com Leca, mudarmos a história do nosso município.
Vamos resgatar a cultura, fazendo com que nosso município faça parte do desenvolvimento. Nós teremos que ter emprego e renda. Não entendam gerar renda e emprego como a prefeitura oferecendo emprego público. Não, não é isso. Nós vamos gerar a renda através do desenvolvimento econômico e em consequência gerar o emprego.
Nós não podemos somente entregar os recursos do município, que já são parcos. nós temos que pegar esses recursos e multiplicá-los através das nossas riquezas naturais.
Nós tínhamos um município que sempre foi a "Cabeça do Pajeú". Hoje nós não somos mais isso. Nós somos esquecidos no estado todo. Desrespeitados no estado todo. Nós não temos poços perfurados. Nós tivemos seca no decorrer do ano de 1999, mas a Administração Pública desse município optou por gastar cento e cinqüenta mil Reais em calçamento, quando isso poderia ser adiado, pois naquele momento vivíamos mais um ano de seca. Se tivesse empregado essa quantia em perfuração de poços, hoje teríamos de 50 a 60 deles perfurados.
Eu quero de público - como itapetinense, como um administrador público nascido nesta terra, com a visão que eu tenho do mundo - fazer um compromisso em minha cidade, em praça pública, e se precisar nós vamos a cartório registrar. Eu tenho um compromisso comigo mesmo e com vocês. Eu proponho fazer, durante os quatro anos do meu mandato, 200 poços artesianos, 50 a cada ano de governo, e isso significam cento e cinqüenta mil Reais por ano. Isso não é nada em termos de recursos se comparado ao que se gasta nesse município com dinheiro jogado fora.
No plano de prestação de contas da prefeitura de Itapetim, ao Tribunal de Contas do Estado - TCE, no ano de 1999, gastaram cento e cinqüenta mil Reais para implantação dos serviços de informatização do setor de contabilidade da prefeitura. Eu conheço disso, para se implantar um serviço como esse se gastaria no máximo dez mil Reais.
Ainda nesta prestação de contas, eles informam que gastaram cento e cinqüenta e três mil Reais em danças culturais  e folclóricas. Quem de vocês viu essas danças que valeriam esta quantia? Não sou eu quem está dizendo isso. Está na prestação de contas que eles fizeram a TCE.
Mas o povo da minha terra hoje é consciente, sabe do seu direito de saber disso. E as comunidades rurais organizadas, as representações políticas do município, representando vocês - e foi para isso que vocês as elegeram - entraram com uma ação popular junto a Promotoria Pública, porque o que é do povo, o povo tem que saber o que está se passando.

Nós temos uma proposta feita: a partir de janeiro de 2000 nós vamos administrar Itapetim com a participação popular. Nós vamos fazer o Orçamento Participativo, onde cada comunidade rural organizada será ouvida, e, naquela região, só será realizado aquilo que o povo indicou.
No meu gabinete eu não vou advinhar o que é que o povo está querendo. é o povo que tem que dizer o que está precisando.
A gestão será participativa, será feita junto com as comunidades. Elas saberão sobre a aplicação dos recursos advindos do pagamento de impostos, onde e como estão sendo aplicados, elas serão, principalmente, o fical dessas obras.
Nós queremos a participação de vocês, nós queremos o povo tendo conhecimento de tudo aquilo que se passa na administração pública. Nós queremos ter uma rádio comunitária para deixar o povo informado em que se gasta neste município, quanto cada um de vocês paga de imposto no sapato que calça, na roupa que veste, no sabonete que toma banho, enfim, em qualquer item de consumo. Sabemos que esses impostos têm que ser revertidos em serviços e obras. Vocês é que vão dizer como teremos que aplicar o dinheiro de vocês.

Eu tenho a experiência de administrar empresa pública. Eu sei aonde tenho que ir buscar recursos, já que os nossos são poucos.
É isso que nós vamos fazer, Leca. Nós vamos ser captadores de recursos, nós vamos procurar os deputados, como disse Zé Humberto em seu discurso, vamos procurar homens públicos que saibam o que precisamos trazer para o nosso município.
Nós não podemos deixar essa juventude solta nesta rua, em cada banco e em cada praça, sem ter sequer um local para se reunir.
No primeiro ano do meu governo nós vamos construir um ginásio de esportes onde vocês possam ter: cinema, cultura, esportes, lazer, porque é disso que vocês precisam.

Nós vamos cuidar da saúde pública. Eu digo de público, como já disse vária vezes. Nós não vamos admitir que ao chegar no hospital o médico de plantão não esteja. Ele vai ter que cumprir o seu plantão, do contrário no dia seguinte ele não será mais médico do hopital.
Dr. João está aí de prova. Ele é o médico que até na sua residência, de noite ou de dia, a qualquer hora, ele atende as pessoas que procuram o irresponsável do médico de plantão no hospital e não encontram. Isso não vale para todos os médicos. Mas que falta direção, cuidado, naquele hospital, disso eu sou testemunha.
No dias 29/30 de junho, um cunhado meu esteve doente aqui em Itapetim. Eu fui ao hospital por volta de 4 horas da manhã e não tinha médico. E eu perguntara:
- Cadê o médico de plantão?
- Ele foi a Recife
- E quem o substituiu
- O médico substituto também não veio hoje.
Era um dia de Festa de São Pedro. E todo mundo sabe que em período de festas a probabilidade de adoecer é maior ainda. Mas não tinha médico de plantão naquele dia, a ponto de - não quero dizer que não tivessem morrido - mas dois amigos nossos faleceram naquele momento: Juca de de Sebastião Senhor e Beto Senhor, talvez se tivesse médico, alí presente, teria salvado suas vidas, tinha pelo menos aliviado o sofrimento da família, a dificuldade de se deslocarem para a vizinha Cidade de São José do Egito.

Eu quero dizer para vocês meus amigos de Itapetim, meus irmãos, meus conterrâneos, que assumo o compromisso com todos que estão aqui neste palanque -  vereadores, lideranças políticas - que eu vim aqui com a responsabilidade de administrar com o máximo de cuidado os recursos da minha terra., por menores que sejam.
Eu tenho uma certidão negativa do Tribunal de Contas da União- TCU, é que durante dez anos de vida pública, onde administrei o Porto do Recife - e isto muito me emociona - atesta que nunca tive uma única conta rejeitada durante esse tempo.

Eu assumo o compromisso de público  que, se eu tiver durante os quatro anos uma só conta rejeitada , renunciarei ao meu mandato.
Eu tenho que respeitar o dinheiro público que vocês pagam, eu tenho que ser correto.
Eu não tenho que eleger vereadores para serem coniventes com coisas erradas que eu possa fazer. Eu tenho que eleger vereadores para serem responsáveis com o voto e a confiança que vocês neles depositaram.
E eu tenho certeza que serei tão responsável quanto eles com a confiança que vocês depositam em mim.

Eu não viria de volta para a minha terra - deixar de ser Administrador do Porto do Recife - deixando de administrar sessenta milhões de Reais por ano, cinco milhões por mês, se eu quisesse ser desonesto, porque a minha cidade só tem um orçamento de quinhentos Reais por mês e apenas cinco milhões por ano.
Eu quero ser um administrador público na minha terra, um gerente da minha cidade, eu quero que cada um de vocês seja meu parceiro.

Eu queria aqui prestar uma homengem pública a minha mulher, Lusa, que  junto comigo, há um ano, nos deslocamos da cidade onde moramos (Recife), com o propósito de libertarmos Itapetim.
E vínhamos a cada final de semana, aqui para Itapetim, trabalhar com essas comunidades, junto aos seus representantes e associados:

Piedade - Seu Moisés
Gameleira - Seu Zé Nilo
Cacimba Salgada - Pedro Honorato
Ambó - Dona Edite
Recanto - Josué
Cacimba Nova - Tadeu Bezerra
Prazeres - Zé de Liinha
Gunça - Reginaldo
Riacho Verde - Valmir
Miguel - Edmundo
Araras - Alexandre
Santo Antônio de Lima - Aderson Juvino
São Vicente - Nego de Chicó
Santa Rita - Socorro

Todo esse movimento nós fizemos antes, para tentar reconstruir o município.
E assim se viabilizou a minha candidatura. Eu quero ainda dizer de público que agora com o apoio dos políticos eu estou viabilizando a minha vitória, porque sem eles não seria possível.
Hoje estou aqui com o apoio das representações políticas de maior expressão dessa cidade, onde se usa o palanque eleitoral sem agredir a dignidade de ninguém, sem se preocupar com a esposa, com a mãe, com o filho, ou com a família de quer que seja, ma com a preocupação de reconstruir a nossa terra, de manter a proposta de durante 4 anos estarmos sempre unidos em torno desse povo.

Quero encerrar minha palavras deixando um abraço para vocês, deixando uma festa. A partir desse momento, nós teremos festa nesta cidade, a cada quinta feira, a cada sábado, a cada domingo, nós teremos uma banda tocando no comitê, para essa juventude, para esse povo.
E nós continuaremos com o povo, discutindo as propostas: Saúde, Educação e Crescimento Econômico, porque só com ele haverá emprego.

Nós tentaremos retornar, se não com o agave, com a mamona, com o algodão, ou a goiaba, mas com outras culturas que venham a substituí-las para dar emprego a essa gente.
Pelo que nós já sabemos, através das pesquisas, Itapetim precisa de água, emprego, saúde, educação, estradas, finalmente, o município precisa de tudo, porque tudo foi negado durante 12 anos a essa gente.
Praças foram distruídas, bem como as estradas, a história e a cultura. Eu assumo o compromisso da reconstrução da Praça , da cultura e da história. Nós vamos repor, se não pela ação popular que o nosso amigo Ex Prefeito José Santos encaminhou à Justiça, o busto do Padre João Leite, mas pelas minhas mãos quando for o prefeito de Itapetim. Eu recupero a praça que hoje está servindo para guardar tratores e caçambas demonstrando o abuso do poder que eles fazem, como se fosse o poder de fazer história.
Nós vamos recuperar as praças deste município, nós vamos reconstruir a sua história, porque nós damos valor ao povo, nós damos valor, principalmente, ao agricultor e aos jovens desta terra.
Eu conto com  os jovens para que possamos mudar este município, porque eles é que são o futuro dessa terra. Eu conto com Leca, o futuro Prefeito de São Vicente.
Nós vamos transformar São Vicente numa administração em que Leca será o Prefeito. É uma falta de respeito o que eles fizeram com o Vice Prefeito atual, Antônio Padre. Além de não ter poder para nada, sequer recebia seu salário.
Mas nós vamos, Leca, honrar o nosso compromisso. 
Leca, você não será o novo Vice Prefeito apenas para Itapetim ganhar a eleição e no outro dia esquecermos que São Vicente existe.Não, nós temos esse compromisso: Você será o Prefeito daquele distrito.
Lá, nós temos Inácio de Altino, Antônio Padre, Totonho de Nequinho, Nequinho Soares, Jacinto, Inaldo, Nêgo de Chicó (Presidente da Associação Rural), homem de importância no contexto que hoje se criou em Pernambuco.
Eu queria encerrar minhas palavras deixando para vocês um abraço fraterno do coração e da minha alma, como filho da minha terra.
Não adianta eles dizerem que Carlos Rêgo mora no Recife, no 23º andar, e que não sabem porque ele quer vir embora para cá.
Bom, para mim é uma honra, eu volto para a casa dos meus pais. Essa é minha terra, essa terra é minha vida, essa é a minha gente!
Quantos e quantos saem de suas terras e nunca esquecem a casa de seu pai, de sua mãe. E eu nunca esquecerei a casa dos meus, porque a minha terra é também a casa do meu pai e da minha mãe. É a casa dos meus irmãos, eu volto para cá com muita dignidade e com muito respeito.
Eu jamais faltarei com o respeito ao povo da minha terra. Ao voltar eu só precisarei de quatro anos, nada mais que isto, para consertar este município.
Eu quero só quatro anos para trazer de volta uma administração correta, competente, igualmente a tantos prefeitos que antes passaram por aqui e fizeram a história da minha terra com amor, dedicação, respeito e sobretudo com honestidade.

Muito obrigado, e de outra vez estaremos aqui para nos encontrar dessa maneira: festiva e respeitosa e com muito amor no coração.
Muito obrigado. Leca! estaremos juntos durante quatro anos.

Carlos do Rêgo Vilar - Candidato a Prefeito de Itapetim - Ano 2000

2 comentários:

JOSÉ disse...

Eduardo Patriota disse:

Carlos! Como eu já disse em comentário anterior... só faltou a compreenção da maioria do povo de Itapetim, para que você fosse vitorioso naquela campanha eleitoral em 2000.
Eu lendo o seu lindo discurso pronunciado no centro da nossa cidade, vi a riqueza de propostas concretas que você ofericia ao nosso povo. Aí eu pergunto, onde estava a luz da inteligência da maioria do nosso povo para fazê-lo prefeito do nosso Município? Faltou... Seu discurso foi brilhante e muito claro na apresentação das suas propostas, você tinha tudo para fazer um grande governo para o povo de Itapetim.

patriotajp disse...

FRUTO MADURO A SER COLHIDO:

Quando menino, eu fitava meu olhar naqueles bons frutos maduros, no nosso sítio, lá no Mocambo. Lá, tínhamos o um umbu, a manga, a goiaba, a pinha e tantos outros. Se naquele momento da colheita não colhêssemos, os pássaros, as abelhas, desfrutavam da sua polpa, ou o fruto caia naquele chão, sobre as folhas secas e ali tinham o seu fim... Lendo cuidadosamente o discurso aberto do então candidato ano 2000 a prefeitura da minha cidade, o Dr. Carlos Rêgo Vilar, analisando todos os tópicos, desde as promessas feitas, às possibilidades de suas concretizações, o conteúdo de cada uma, e as suas futuras conseqüências. O que posso aqui afirmar aqui de punho, é que me lembrei daqueles frutos naqueles pés de fruteiras. Esse homem é somente mais um daquilo que disse na FM Pedras Soltas ano/2008: Por falta de oportunidades, Itapetim exporta seus bons frutos e suas boas sementes respectivamente. 2012 vêm aí, e é ano político, ano em que se os povos da minha terra lessem essa matéria e a interpretassem com discernimento, daí então poderiam colher esse bom fruto para a nossa cidade, chamado de Carlos Rêgo. Dando-lhe a oportunidade de administrar esse município, conforme tudo de bom para o futuro da nossa gente, conforme aí assume seu compromisso público. DEIXARMOS QUE UMA SABEDORIA E UMA BOA VONTADE TAMANHA, SEJA UM DIA LEVADA PARA A ETERNIDADE, SEM QUE A DESFRUTEMOS, SERÁ COMO ASSINARMOS NOSSO ATESTADO DE CONDENADOS...