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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

MUDAR PARA RECONSTRUIR


Carlos Rêgo - Lançamento da candidatura a Prefeito de Itapetim - PE
Ano 2000


Reconstruir pra melhorar
Itapetim vai mudar
Vem cá me dê a mão
Com Carlos Rêgo vamos lá

Renasce a confiança
Resurge a esperança
De um tempo novo
Pra você e pra mim

Eu vou

Eu vou acompanhar
Na luta me engajar
Pois amo Itapetim!

(De autoria de Fátima Piancó, na voz  de ....)


Quando criei esta página " Carlos Vilar: O Homem Público", eu já imaginava que este seria um capítulo bastante difícil para mim.

Difícil, pelas recordações de um tempo em que me engajei, com toda pureza da minha alma, em um projeto para a terra em que nascemos, fruto de indagações que fazíamos sobre vários aspectos do marasmo em que se encontrava o nosso município naquela época.
Minha experiência como mulher de candidato a prefeito não foi das melhores.
Jamais teria condições de repetir a dose, não por causa da derrota política, mas, sobretudo, porque hoje reconheço a minha  ingenuidade no sentido de querer implantar, juntamente com Carlos, um projeto político totalmente adverso da prática usual instalada, não só em Itapetim mas na grande maioria das cidades interioranas.

É muito difícil mudar paradigmas em um espaço de tempo tão pequeno. Com certeza, o incômodo que sentíamos, naquela ocasião, pela maneira como o nosso município estava sendo administrado, era o mesmo de  uma parcela significativa da população itapetinense, mas por motivos diferentes.

Foi possível avaliar através de pesquisas que grande parte da população clamava, naquele momento, por mudanças.

Sempre pensei em fazer apenas uma postagem dando algumas pinceladas sobre a canditura de Carlos Rego para prefeito 2000 e no entanto hoje inicio uma série delas, motivada por um fato inusitado que me chamou a atenção na semana passada:
O Governador Eduardo Campos, através de um processo licitatório, transferiu o pagamento do funcionalismo do Banco Real para o Banco Bradesco. Então, todos os servidores tiveram que fazer recadastramento.

Estive no Centro de Convenções para este fim, e fui surpreendida pela moça que me atendeu.
Ela me apresentou um documento expedido pelo Banco Central do Brasil para que eu o assinasse. Ao pedir explicação sobre a necessidade de assinar aquele documento, a moça me disse o seguinte:
"O Banco Central exige que todos os correntistas, caso tenham algum parente ocupando cargo público , assinem este documento . Trata-se de uma medida de segurança e promoção de facilidade no rastreamento das contas desses parentes, se por ventura, no futuro, essas pessoas (ocupantes de cargos públicos) fizerem depósitos de dinheiro ilícito na conta dos seus parentes, fruto de prevaricação, usuando-os como "laranja.""
Assinei constrangida, entristecida e envergonhada. Naquele momento me vieram à memória o discurso de despedida da sua vida pública, do Senador Jeferrson Perez (in memoriam) e o motivo do afastamento do Ex- Governador  Roberto Magalhães, o qual tendo sido probo em toda sua carreira política, confessou não mais se sentir orgulhoso de pertencer a esta classe, cujo conceito, nos dias atuais, não é dos melhores.
Não quero afirmar com isto que todo político seja desonesto, pois  ainda temos grandes homens públicos no nosso país, mas todos sabemos que uma parcela significativa deles tem envergonhado a nação brasileira.
Esse episódio no Bradesco me fez pensar que dissecar a vida pública do meu marido, do pai e do avô Carlos Vilar, seria uma maneira de (quando não mais estivermos por aqui) a sua posteridade não sofrer constrangimento em saber que ele foi um homem que almejou ser um político ocupante de cargo público.

A minha única intenção é registrar a história da postulação da candidatura de Carlos Vilar, Carlos Rêgo,  como é mais conhecido em nossa terra natal , ao cargo de prefeito, tendo como seu opositor e concorrente o Sr. José Lopes Sobrinho que estava como prefeito do município naquele ano de 2000.

MUDAR PARA RECONSTRUIR

O Programa de Governo de governo de Carlos Rêgo (2000) "Mudar para Reconstruir", foi batisado pelo nosso conterrâneo Dr. José Carlos Malta, hoje, Desembargador.
Não foi um documento de gaveta. Tratava-se de um documento que consolidava as demandas da sociedade itapetinense, fruto de um trabalho realizado um ano antes do lançamento da sua candidatura.

No ano de 2000, meu filho mais velho, Carlos Leonardo, era concluinte do curso de Engenharia Civil. Minha filha, Karla , estava no último ano de colégio e se preparava para o vestibular de medicina. Carlos Eduardo cursava Administração de Empresas, tendo no decorrer da campanha trancou a faculdade por um semestre.
E foi neste contexto familiar que me dispus a acompanhar Carlos Rêgo nas andanças pelo Município de Itapetim, para plantar a semente do seu sonho: O sonho de tornar sua terra grande e progressista.

Ele ainda era o Administrador do Porto do Recife. Eu estava de licença sem vencimentos, não queria enfrentar encrencas no trabalho por conta de frequência.
Sempre fui da área de planejamento e orçamento público. Carlos tinha a experiência de um executivo, estava mais para "fazer" do que para passar para o papel o plano relativo as mudanças que julgávamos necessárias.

Eu tinha  um apelido no meu trabalho: "A mulher do PPA".

 Eu explico: O famoso PPA é o Plano Plurianual que todo governo é obrigado, por lei, a fazer. Ele tem validade de 4 anos, é feito a cada ano subseqüente do novo governo que se instala, em todas as esferas: federal, estadual e municipal.

O primeiro passo para a elaboração desse instrumento de planejamento é apropriar as promessas de campanha, bem como as demandas da sociedade, distribuindo-as nas respectivas funções de governo, quais sejam: Saúde, Educação, Transportes, Segurança, etc

Mediante estudo profundo sobre as causas dos problemas encontrados, deve-se criar programas, definir seus objetivos, formular  indicadores que nos auxiliem na aferição dos resultados obtidos.
De posse desse conhecimento técnico, vivenciado ao longo de toda minha carreira a serviço do Governo do meu estado, eu me propus a acompanhar Carlos Rêgo, visando a ajudá-lo tecnicamente na formulação do seu plano de governo, o qual posteriormente seria oficializado como o plano Plurianual do Município, caso eleito fosse.

Carlos não poderia fazer política de forma explícita, estava ocupando um cargo público, era o Administrador do Porto do Recife. Eu estava livre para fazer o trabalho de base, pois naquele momento estaria com o vínculo suspenso com a minha Secretaria ds Transportes, que na gestão do então Governador Jarbas Vasconcelos, foi transformada em Secretaria de Infraestrutura (hoje, voltou a ser Secretaria de Transportes)

Naquele ano de 2000, minha irmã Elizabeth Piancó (Lila), assistente social, estava como coordenadora do Centro Social Urbano Otaviano Correia - CSU e desenvolvia , naquele momento,  um trabalho com as Associações Rurais e com o Conselho de Desenvolvimento do Município. Grande foi a sua colaboração no sentido de nos abrir as portas dpo CSU,  para que pudéssemos fazer explanações sobre a importância do engajamento da sociedade civil organizada nos planos de governo.

Apresentei um seminário para os representantes desses grupos organizados, cujo Título era: "Cidadania Maior, ou se tem cidadania ou não se tem".

Naquela ocasião,  o objetivo era  passar para os presentes o que viria a ser um  verdadeiro cidadão:

"Ser cidadão é ter direito à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade perante a lei: é, em resumo, ter direitos civis. É também participar no destino da sociedade, votar, ser votado, ter direitos políticos. Os direitos civis e políticos não asseguram a democracia sem os direitos sociais, aqueles que garantem a participação do indivíduo na riqueza coletiva: o direito à educação, ao trabalho, ao salário justo, à saúde, a uma velhice tranqüila. Exercer a cidadania plena é ter direitos civis, políticos e sociais, fruto de um longo processo histórico que levou a sociedade ocidental a conquistar parte desses direitos."

Foi distribuida uma grande quantidade de cartilhas com esse conteúdo, exaustivamente detalhado, na esperança de que cada pessoa, após a leitura, fosse capaz de se identificar dentro daquele contexto.
Feito isto, qualquer um deles estaria apto a identificar o grau do seu desejo de mudança relativa a forma como vinha sendo administrado o nosso município, bem como identicá-lo como ator naquela situação instalada.

O Governador Jarbas Vasconcelos estava se preparando para elaborar o PPA 2000-2004, cujo modelo havia sido importado da União, do famoso "Avança Brasil" criado por Fernando Henrique Cardoso (Presidente da República) o qual lhe garantia trabalhar em conjunto, sem prejuízos no momento da alocação dos recursos federais destinados a Pernambuco, nas suas mais diversas modalidades: Aplicação direta, convênios e emendas parlamentares.

O governador havia instituído o "Programa Governo nos Municípios", à semelhança do que havia criado anteriormente, na Prefeitura do Recife, quando foi prefeito.

Era um programa intinerante que tinha a função de coletar as demandas da sociedade de cada Região de Desenvolvimento, através da escuta de seus representantes políticos, institucionais e sociais.

Atualmente, na gestão do Governador Eduardo Campos, este programa ganhou o nome de "Pernambuco de Todos", mas tem a mesma finalidade: A escuta das comunidades organizadas.

Passamos a freqüentar as reuniões mensais de cada Associação Rural do município, na tentativa de coletar informações sobre as carências e dificuldades daquelas comunidades associadas.
Várias ações, de pronto,  já puderam ser efetivadas, mesmo Carlos Rego não sendo candidato e muito menos prefeito. Porém,  facilitamos o deslocamento de vários presidentes dessas associações a órgãos públicos da capital do estado, com vistas a solução dos problemas dessas comunidades, principalmente no que se refere a eletrificação rural.
 Muitos desses problemas foram resolvidos, sempre na ótica do coletivo, pois, nosso pensamento era abolir a prática do coronelismo e passar a trabalhar com problemas que afetavam a comunidade e, não ao indivíduo isoladamente.

Informados sobre a presença do "Governo nos Municípios" na Cidade de São José do Egito, para uma reunião destinada à Região do Pajeú, imediatamente convocamos as Associações Rurais e o Conselho de Desenvolvimento do Município para participarem ativamente daquele evento, visando suprir ausência do governo municipal, o qual, naquele momento, era politicamente contrário ao governo estadual, causando prejuízo relativo à consonância que deve existir entre planos de governo, dentro de suas respectivas esferas.

Temendo que Itapetim ficasse de fora dos programas traçados para o PPA do estado, levamos a São José do Egito representantes da sociedade civil organizada, os quais puderam apresentar seus problemas mais cruciais.
Não quero entrar no mérito se foram resolvidos ou não, essa é uma questão que o próprio povo reconheceu e respondeu nas urnas, trocando de governador, afinal, vivemos em  um regime democrático que nos favorece com essa prerrogativa: O povo que elege é o povo que tira.

A partir dessas demandas que seriam apropriadas ao PPA do estado, por sua vez o governo estadual já tinha um olhar para o Plano Plurianual da União, no sentido de fazer correlação do seu plano com o daquela esfera, Itapetim seria contemplada com o compromisso desses governos, através dos orçamentos dessas duas esferas governamentais.

A partir dessa consciência de que os planos de governo devem guardar essa coerência, até porque não somos suficientes em recursos próprios para bancar os nossos orçamentos, precisariamos garantir as nossas rubricas para cobertura de eventuais contrapartidas necessárias ao desenvolvimento das ações conveniadas entre o governo do estado e o governo municipal.

"Quem é coxo parte cedo" diz o adágio. Nós precisávamos, urgentemente, de associar nosso orçamento público municipal às ações dessas esferas em questão.
No início do nosso trabalho, justamente por esse meu lado técnico,  muitas pessoas não compreendiam o fato de eu me trancar no meu quarto, atrás de um computador, traçando todos esse planos, enquanto meu marido desaparecia pela Zona Rural sem hora para chegar.

A saudade dos filhos, a solidão de ser "viúva de um marido vivo", o imenso trabalho sob a minha responsabilidade, aliados a muitas situações de incompreensão por parte daqueles que vêm campanha política como uma excelente oportunidade para pedir dinheiro ao candidato, muitas vezes me fizeram quase desistir. Apesar de ter sido filha de político, de ter vivenciado todo aquele tumulto dentro da minha casa, agora eu vivenciava uma situação diferente: nas campanhas políticas do meu saudoso pai, eu não assumia nenhum tipo de responsbilidade, até porque era muito jovem.
Minha mãe era quem se responsabilizava pelo funcionamento da casa,  meu pai pelo correr atrás de votos e pela gastança de dinheiro.

Minha participação era subir nos palanques, fazer discursos, cantar as músicas compostas pelos poetas, (inclusive por Fátima, minha irmã) e abanar as bandeiuras de comício em comício.

 De forma que, aqueles memoráveis tempos eram só de festas para mim, dava até saudade e depressão quando o movimento chegava ao final.

Festa foi o que não faltou na campanha de Carlos Rêgo, mas o trabalho era por demais exaustivo, pois que a minha maior missão era tentar explicar ao povo que "Mudar para Reconstruir", era um programa muito mais voltado para uma revolução cultural, uma mudança de paradígma, que não estávamos ali na pretensão de continuar com a mesmice, haja vista o nome do programa cujo título falava por si só.

Eu, às vezes, me comparava aos Jesuítas, porque era uma verdadeira catequese, tratava-se de um processo de iniciação a uma visão política diferente.

Nós não queríamos fazer política partidária, nós queríamos desenvolver uma consciência política, enquanto cidadãos, para que o povo pudesse exercer a cidadania plena, com todas as suas prerrogativas.

Tanto é que conquistamos o apoio de Sindicatos, do Partido dos Trabalhadores, das Associações Comunitárias  e outros segmentos que nunca foram da nossa linhagem política, mas compreenderam que o "Mudar para Reconstruir", era registrado em um partido por força de lei, porém se destinava ao povo itapetinense.

Quando Carlos Rêgo se desvinculou do cargo público que ocupava, os Sindicatos dos Trabalhadores Portuários, dos Estivadores, dos conferentes, Arrumadores, etc, prestaram-lhe uma significativa homenagem, entregaram-lhe em uma placa com a seguinte inscrição: .... "O mais importante é que não lhe subiu o cargo à cabeça, sempre teve em mente que era um portuário"


Jornal do Comércio - 13 de maio de 2000
(clique na imagem para ampliar)



O trabalho de base, feito nos bastidores, já estava consolidado. Era chegada a hora de marcar a primeira reunião pública.
Naquela ocasião não tínhamos nenhum apoio político, salvo, o apoio do Vereador Tadeu Bezerra e sua esposa, Luzinete, a quem ainda hoje devotamos uma grande amizade e uma profunda gratidão.


Ao final dessa reunião, além do casal Tadeu Bezerra, as Associações Rurais Comunitárias, representadas através de seus presidentes, também manifestaram o apoio a candidatura de Carlos Rêgo para Prefeito 2000. 


Recebemos o apoio de mais 01 político do município, o Sr. José Francisco dos Santos, ex- prefeito de duas gestões. Ao centro, abraçada a Carlos Rêgo, Dona Edite (in memoriam) Presidente da Associação Comunitária do Campo do Ambó , uma guerreira em defesa do seu povo, como ela gostava de se intitular.

À minha esquerda, seguindo a ordem: Prazeres (Presidente do Conselho Municipal de Itapetim), Elizabeth Piancó, Assistente Social (Coordenadora do CSU), Caboclo (Presidente do Sindicado dos Trabalhadores Rurais) Lindinalva (Representante do Grupo Jovem do Distrito de Piedade) José Nilo (Presidente da Assoociação Rural da Gameleira) Reginaldo (Presidente da Associação Rural do Gunça) Zé de Liinha (Presidente da Associação dos Prazeres).

À direita de Dona Edite, seguindo a ordem: Seu Moisés (Presidente da Associação Rural do Distrito de Piedade), Josué (membro do Sindicato dos Trabalhadores Rurais), Sr. José Paulino (de São Vicente), Nego de Chicó (Presidente da Associação Comunitária de São Vicente), ...........

Membros do Grupo jovem da Associação comunitária do Distrito de Piedade, comandados por Seu Moisés, um dos mais empolgados em prol da candidatura de Carlos Rego.


Durante toda a campanha, os representantes das associações comunitárias frequentavam muito a casa de Elizabeth, pelo fato dela, como coordenadora do CSU, estar sempre em contato com eles.
Maria Rita, a sua única filha, ainda era muito pequenina e, quando os via chegar, gritava pela mãe:

 - Mamãe, seus amiguinhos chegaram! Por conta disto, carinhosamente os chamávamos de: Os amiguinhos de mamãe.

Linda a inocência da criança!

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Na próxima postagem registrarei a síntese do conteúdo desse primeiro documento o qual foi distribuído por ocasião do "1º ENCONTRO MUDAR PARA RECONSTRUIR" realizado no antigo prédio de pré-moldados que pertenceu ao meu Tio Heli Piancó (in memoriam).

5 comentários:

Lila Piancó disse...

Meu Deus achei!

Raízes disse...

Postado por Carlinda Nunes no Blog VenezaPedraSoltas:


CARLOS REGO O HOMEM PÚBLICO:

DEIXEI VÁRIOS COMENTÁRIOS A ESSE RESPEITO MAS NÃO DISSE TUDO QUE CARLOS MERECE E REPRESENTA PARA ITAPETIM E PARA OS ITAPETINENSES.

VENDO SUAS FOTOS AO LONGO DE SUA CARREIRA , SENTE-SE QUE ELE É O MESMO JOVEM DE ANTES SIMPLES , CRITERIOSO, ALTRUISTA DEVOTADO AS CAUSAS SOCIAIS, E DEMONSTRA VOCAÇAO POLÍTICA PARA SERVIR,INTERMEDIAR E DESCOBRIR SEMPRE ALGO BOM PARA ITAPETIM E PARA OS ITAPETINENSES QUE O BUSCAM, NAS SUAS DIFICULDADES FINANCEIRAS, DESEMPREGO E SOBREVIVÊNCIA.

MUITO JUSTO O QUE SUA ESPOSA LUSA REGISTRA, DA SUA TRAJETÓRIA DE VIDA ,SONHOS E DESEJOS.
CARLOS ALÉM DA HONESTIDADE É UM EXEMPLO DE SERVIDOR PÚBLICO E ONDE PASSOU NESTES LONGOS ANOS DEIXOU UMA PÁGINA DE SERVIÇOS DIGNA DE SER SEGUIDA E CONHECIDA.

PARABÉNS CARLOS POR ESTA LINDA FAMÍLIA QUE FORMASTE,CUJOS VALORES VIERAM DAS TUAS ORIGENS "REGO/VILAR", QUE SE UNINDO AOS "PIANCÓ E BARBOSA", DE LUSA, ESSA GRANDE MULHER QUE CONTIGO CAMINHA ,FORMARAMM UMA FAMÍLIA EXEMPLAR NA CUMPLICIDADE, SOLIDARIEDADE , TERNURA ,AMIZADE E BONDADE ALÉM DA SEGURANÇA, VALORES MORAIS E CRISTÃOS QUE TRANSMITEM PARA FILHOS, NETOS, NORAS, GENRO E FAMILIARES.

Carlinda Nunes

Cléber Dilson disse...

Na nossa jornada aqui na terra, temos momentos tristes, alegres e marcantes. O momento da campanha relatado por esta postagem, podemos considera-ló um momento marcante. Lembro-me que ainda que naquele ano, ainda que quisesse, não poderia execer o direito de escolha devido a minha pouca idade, mais nada que desanima-se na luta de uma nova Itapetim. Digo que o momento é marcante, por tudo que foi relatado, por as participações populares e tudo que marcou a época. Fico alegre com a iniciativa de Carlos. Espero ainda outras postagens e obrigado Lusa por nós dar mais ese presente, a recordação que mais mim alegra de campanhas.

Lusa Vilar disse...

MENSAGEM DE CARLINDA NUNES, RECEBIDA POR E-MAIL, ATRAVÉS DO FORMULÁRIO " ENVIAR MENSAGEM"

LUSA, QUERIDA, ESTOU COM SAUDADES DE VOCÊS E DEPOIS DESSA MATÉREIA SOBRE CARLOS , AÍ FOI QUE VÍ MESMO QUE ITAPETIM PERDEU MUITO , E VOCES E O POVO PERDERAM POR TÃO POUCO !!! 200 VOTOS , JUSTAMENTE VOTOS ANGARIADOS DE ÚLTIMA HORA DO JEITO QUE A COMUNIDADE ITAPETINENSE DA CIDADE AOS SÍTIOS SABE QUE FOI.

É UMA PENA. UMA PERDA IRREPARÁVEL. LENDO COM ATENÇÃO VER-SE QUE TINHA TUDO PARA ITAPETIM TER CAMINHADO MAIS RÁPIDO NO PROGRESSO, NA JUSTIÇA, NA EDUCAÇAO, SAÚDE E SEGURANÇA.

UM PLANO DE GOVERNO DAQUELE PORTE, TINHA TUDO PARA DAR CERTO AINDA MAIS COM TUA FORÇA E DOS AMIGOS ENGAJADOS.

EU SABIA DE MUITA COISA, MAS NÃO TANTO QUANTO AGORA! REALMENTE ADMIRO VOCÊS POR TANTO AMOR! E AINDA TEREM TANTO SONHO E DESEJO DE AJUDAR AOS IATPETINENSES. TUDO QUE SE ESCREVER DE BOM A RESPEITO DO CARLOS AINDA É POUCO. COMO SER HUMANO, DIGNO, HONESTO, ALTRUISTA SIMPLES, HUMILDE, AMIGO, UMA PERSONALIDADE DE ESCOOL, UM CARÁTER INVEJÁVEL, ALÉM DA CAPACIDADE DE COMPREENDER, PERDOAR, SEMPRE COM UM SORRISO AMIGÁVEL COMPREENDENDO AS FRAQUEZAS DOS CONTERRÃNEOS, BEM COMO DEMONSTARNDO A GRATIDÃO, PELA ACEITAÇAO DO POVO.

FOI UMA ESPERANÇA DESFEITA PELA DESLEALDADE DO TEMPO QUE AFICHA LIMPA NÃO ESTAVA EM VIGOR. TALVEZ FUTURAMENTE HAJA UMA POSSIBILIDADE DE UMA NOVA INVESTIDA.

MUITA GENTE TEM COMENTADO ESSA POSSIBILIDADE, MAS PELO QUE CONHEÇO DE LUSA ACHO QUASE IMPOSSÍVEL. MAS QUE SERIA BOM, COM CERTEZA SERIA, E COM MAIS CERTEZA AINDA DE QUE DARIA CERTO.

ABRAÇÃO, AMIGOS.

CAMILLA disse...

(Recado postado no orkut):
Acabei de ver o link, que saudades, apesar de ter sofrido bastante depois, ainda assim como foi linda e agradável de participar daquela campanha! Lembro que morava em Campina Grande na época, mas estava por dentro de tudo, papai não nos deixava passar nada, sempre, sempre, ligando para contar cada novidade...quando acontecia um evento maior corríamos para nossa Itapetim, e juntos vibramos tanto, torcemos tanto...coisa mais linda de se ver!
Lembro demais a gente com Karlinha...quanta vibração! Lembro tb que na casa os relógios eram "parados" para ninguém se preocupar com as horas!
Sim...lembro tb da música que papai fez:) A mais bonita!!!
Digo, apesar, do resultado nas urnas, não ser o esperado por nós, mas VALEU A PENA!
beijos Lusa, fica com Deus!!!